quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ser Puta ja foi sagrado !!!

O costume pode assombrar as mais liberais das mocinhas de hoje, mas foi registrado pelo grego Heródoto, no século 3 a.C. Na Babilônia, nenhuma mulher se casava antes de passar pelo templo de Istar, deusa do amor e da fertilidade. Lá, ficava à espera do primeiro homem que lhe jogasse uma moeda. Os mais generosos jogavam três. Mas o que importa é que a mulher não podia recusar o parceiro: para os babilônicos, a deusa ficaria muito ofendida caso a oferta não fosse aceita, e o casamento da jovem não teria o menor futuro.
Segundo Heródoto, depois de pegar os trocados, a senhorita deveria tirar a roupa e transar com o estranho ali mesmo, no templo da deusa.
Outra pista histórica da fé em Istar é o poema da sacerdotisa Enheduana, filha do rei Sargão de Agade (2334-1179 a.C.), que alertava: “Desde que a senhora Istar desceu à terra do Sem-Retorno / O touro não cobre mais a vaca, o asno não se curva mais sobre a sua fêmea / O homem não se curva para a mulher na rua / O homem dorme em seu aposento / A mulher dorme sozinha”.

 "Deusas" casavam com reis
Álvaro Silva
No mesmo período em que mulheres se prostituíam em nome de Istar, devotas de Inana – deusa da fertilidade dos sumérios – encenavam o casamento da divindade. Durante a celebração, que coincidia com o ano novo, uma mulher era escolhida na multidão para representar Inana. E o rei, tido como uma figura divina, transformava-se em Dumuzi, seu amante.

Após os primeiros cânticos, os dois passavam para um aposento à parte, na torre do templo – o zigurate. Lá, a mulher conduzia o monarca. Ela deveria dançar sensualmente, perfumar as coxas com aromas silvestres e deitar seu amante no leito, onde manteriam relações sexuais.

O rito estendeu-se pelo Oriente Médio, até ser incorporado à cultura grega. Inana foi substituída por Afrodite. E a prática passou a ser chamada, entre os gregos, de hieros gamos, ou “sexo sagrado”.

Sexo santo
• Os rituais de sexo sagrado foram uma prática comum em diversos povos por quase um milênio. Os relatos mais antigos sobre sacerdotisas-prostitutas estão no épico Gilgamesh, escrito por volta de 2500 mil a.C., em que a deusa adorada é a babilônica Istar.

• Existem diversas explicações sobre a origem dos ritos sexuais. Uma das mais aceitas é a de que as celebrações derivem dos ritos de casamento de tribos primitivas. Em muitas tribos, a mulher, antes de casar-se, era entregue a um outro homem.

• O povo romano foi o último a ver o sexo como sagrado. As mulheres iam até o templo da deusa Juno Sospita e, em troca de favores, transavam com estranhos. O fim do costume é explicado pela expansão do Império. Durante as guerras, os romanos passaram a cultuar deuses – protetores dos soldados.

Aventuras na História

sábado, 14 de maio de 2011

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Todo dia 25 de maio é celebrado mundialmente o Dia da Toalha em homenagem a Douglas Adams, o megaboga autor da saga Guia do Mochileiro das Galáxias.
É bem sabido que todo mochileiro interestelar pode esquecer qualquer coisa, menos a sua toalha. O Guia diz:
“A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon;
Pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas do rio Moth;
Pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz);
Você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro;
E naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.
Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc., etc.
Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.”

Já que ontem foi sexta-feira 13, vamos entender o motivo desta data!

Por que a sexta-feira 13

Tudo indica que essa crendice vem de duas lendas da mitologia nórdica. De acordo com a primeira delas, houve, no Valhalla - a morada celestial das divindades -, um banquete para 12 convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga em que morreu Balder, o favorito dos deuses. Instituiu-se, então, a superstição de que convidar 13 pessoas para jantar era desgraça na certa e esse número ficou marcado como símbolo do azar. A segunda lenda é protagonizada pela deusa do amor e da beleza, Friga, cujo nome deu origem às palavras friadagr e friday, "sexta-feira" em escandinavo e inglês. Quando as tribos nórdicas se converteram ao cristianismo, a personagem foi transformada em uma bruxa exilada no alto de uma montanha.

Para se vingar, Friga passou a reunir-se, todas as sextas-feiras, com outras 11 feiticeiras, mais o próprio Satanás, num total de 13 participantes, para rogar pragas sobre a humanidade. Da Escandinávia, a superstição espalhou-se por toda a Europa, reforçada pelo relato bíblico da Última Ceia, quando havia 13 pessoas à mesa, na véspera da crucificação de Cristo - que aconteceu numa sexta-feira. No Antigo Testamento judaico, inclusive, a sexta-feira já era um dia problemático desde os primeiros seres humanos. Eva teria oferecido a maçã a Adão numa sexta-feira e o grande dilúvio teria começado no mesmo dia da semana.


Kramba já existiam gays na pré-história

Quase cinco mil anos se passaram até surgir o primeiro homem das cavernas gay. A descoberta foi feita durante escavações na República Checa.

Segundo os arqueólogos, a forma como ele foi enterrado sugere que ele era tinha uma opção sexual diferente dos demais membros da comunidade.
A conclusão foi tomada levando em consideração a forma como ele foi sepultado. Durante esse período, os homens eram tradicionalmente enterrados deitados sobre seu lado direito com a cabeça apontando em direção ao oeste. Já as mulheres, eram deitadas sobre o lado esquerdo com a cabeça voltada para o leste.

Entretanto, neste caso, o homem estava em seu lado esquerdo com a cabeça virada para o poente. Outra dica é que os homens tendiam a ser enterrados com armas, martelos e facas de silex, bem como diversas porções de comida e bebida para acompanhá-los para o outro lado.

Segundo o Daily Mail, as mulheres eram enterradas com colares feitos de dentes, animais de estimação e brincos de cobre, bem como jarras domésticas e em forma de pote colocadas perto dos pés. O “homem das cavernas gay” foi sepultado com jarros, e não armas.

Para os arqueólogos, não foi engano ou coincidência, dada a importância para os funerais durante aquele período.

Se acordo com a história e etnologia, os ritos fúnebres eram levados muito a sério, por isso é altamente improvável que esse posicionamento tenha sido um erro.

“Muito mais provável que ele tenha sido um homem com orientação sexual diferente, homossexual ou travesti. O que vemos aqui não acrescenta nada às tradicionais normas culturais“, disse a pesquisadora Kamila Remisova Vesinova.

Outro membro da equipe da arqueóloga Keterina Semradova, disse que os colegas tinham descoberto um caso anterior, que data do período mesolítico, onde uma guerreira foi enterrada como um homem.

Ela acrescentou que os xamãs siberianos, ou curandeiros, também foram enterrados dessa forma, mas com acessórios apropriados para sua posição elevada na sociedade.

Não é so a Polícia do Brasil que erra!

Grupos hispânicos da Carolina do Norte (EUA) exigiram nesta quarta-feira (11) que um oficial de Justiça americano se desculpe com o mexicano Antonio Hernandez Carranza que passou quatro dias detido depois que agentes tinham confundido farinha com cocaína em seu carro.

“O mínimo que deveriam fazer é pedir desculpas para ele. Uma pessoa passou por um pesadelo por levar em seu carro massa de comida”, disse Gustavo Silva, voluntário da organização hispânica “Nosso Centro”, à Agência Efe.

O pesadelo deste residente de Carson (Califórnia), que passava pela Carolina do Norte para visitar a sua irmã, começou no dia 1º de maio, quando vários oficiais de justiça o detiveram por suposta posse de drogas, por dirigir embriagado e por não obedecer às ordens dos agentes.
Um dos policiais explicou porque decidiram deter o homem.

“O seu comportamento estranho nos preocupou, porque não respondia às ordens e, por isso, tivemos que detê-lo. O cachorro ainda detectou a presença de uma substância estranha dentro do carro”, disse Van Duncan.

Hernández também foi submetido a vários exames para detectar o nível de álcool no sangue, que deram negativos.
 
Fonte de pesquisa: http://ligadoss.blogspot.com/ sigam tbm.